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Partida de futsal da Copa Empresarial de Quixeramobim termina em pancadaria e muita violência

30 de novembro de 2025 às 14:20

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O que deveria ser uma partida esportiva marcada pela integração entre empresas e pelo espírito competitivo saudável terminou em um lamentável episódio de violência na noite desta quarta-feira, durante as quartas de final da Copa Empresarial de Quixeramobim. O confronto entre os times formados por funcionários da Cred Fácil e da Aniger Calçados, disputado dentro da Escola Agrícola de Quixeramobim, se transformou em uma briga generalizada que chocou quem estava presente.

Testemunhas relatam que o clima já era tenso durante todo o jogo, mas o ato de selvageria iniciou quando um goleiro tentou fazer o gol arremessou a bola com pé e mãos para que jogadores de ambas as equipes se envolvessem em empurrões, xingamentos e, em seguida, agressões físicas diretas. A situação rapidamente saiu do controle, com atletas correndo pelo para se atacar enquanto outros tentavam separar — sem sucesso. O que se viu foi um verdadeiro ato de selvageria, completamente incompatível com qualquer ambiente esportivo.

Críticas à organização e à direção da escola

Bo local não tinha segurança privado e nem pública fornecida pela organização da Copa Empresarial. Em nota, a Liga Sertão Central manifestou repudio, classificando o ato como violência”.

Outro ponto que gerou revolta foi a postura da direção da Escola Agrícola, que mais uma vez permite que eventos desse porte ocorram dentro da unidade de ensino. É no mínimo irresponsável que a instituição empreste sua estrutura sem garantir condições mínimas de segurança, fiscalização ou controle para evitar cenas como as registradas. A escola, que deveria zelar por seu espaço e sua comunidade, acaba servindo de palco para episódios lamentáveis e repetidos.

Clima de insegurança e descrédito

A briga generalizada não apenas mancha a imagem do torneio, mas também levanta sérias dúvidas sobre a capacidade da organização de promover um campeonato seguro. Jogadores, familiares e torcedores que compareceram à escola foram expostos a um ambiente hostil que nada tem a ver com esporte ou lazer.

Enquanto não houver medidas rígidas, punições exemplares e principalmente responsabilização dos envolvidos — inclusive da instituição que cede o local — situações como esta continuarão a manchar eventos esportivos que deveriam promover união e confraternização entre trabalhadores.

A comunidade de Quixeramobim aguarda respostas. E, sobretudo, atitudes. Porque o que aconteceu nesta partida não pode, em hipótese alguma, se repetir.